quinta-feira, 27 de maio de 2010

DISSERTAÇÕES - TEXTO I

O bullying, forma de discriminação, às vezes violenta, praticada principalmente em escolas e sítios de relacionamentos da internet, configura-se num grave problema, diante do qual medidas devem ser adotadas. Xingamentos, atos de desprezo e agressões físicas reiteradas representam algumas das ações relacionadas ao bullying. É preciso que todos, pais, educadores, estejam conscientes dos prejuízos, decorrentes da violência física ou psicológica, provocados nas vítimas de tais atos.

A prática do bullying é antiga. Muitas pessoas, se questionadas sobre o assunto, provavelmente recordarão atos de humilhação ou discriminação que presenciaram, ou até mesmo sofreram, durante o período escolar. Jovens e adolescentes, por possuírem, por exemplo, constituição física mais frágil, tornam-se reféns de pessoas que, imbuídas de sentimentos como raiva e desprezo, os hostilizam ou machucam.

Apesar de existir há bastante tempo, a verdade é que, somente nos últimos anos, a sociedade passou a se preocupar com o problema. Essa preocupação está fortemente ligada à exposição, em blogues ou sítios de relacionamento da internet, dos traumas e prejuízos provocados pelo bullying. Ademais, com a expansão da conexão virtual, tornaram-se comuns situações em que pessoas, por não se enquadrarem em certos padrões de beleza, de comportamento, de crença, são agredidas "virtualmente" por outras que se julgam melhores ou superiores.

Para que o bullying seja coibido, é preciso que a sociedade comece a agir. Família e escola devem ensinar aos jovens e adolescentes a comprender e respeitar diferenças entre as pessoas. Aos pais, em especial, é recomendado diálogo com os filhos, a fim de orientá-los quando forem vítimas ou presenciarem ações dessa natureza. Por fim, caso o bullying implique, por exemplo, em atos de racismo ou homofobia, será preciso punir, de forma exemplar, os responsáveis.

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