sexta-feira, 1 de julho de 2011

ADEUS, MEU VELHO

Pai Kinka, meu avô pelo lado de mãe, faleceu ontem de madrugada. Lembro bem dele, mesmo com um problema na perna, com cerca de setenta anos, jogando bola comigo no quintal de minha casa em Candiba. Pai Kinka morreu com cem anos.

Semana passada, lá em Candiba, me despedi dele. Dei um beijo na sua face envelhecida, bastante magra por causa da doença. Não sei se ele entendeu meu adeus. Mas meu maior desejo, naquele momento, talvez o dele também, era que o sofrimento terminasse logo. E assim ocorreu. Pai Kinka hoje descansa em algum lugar bem próximo de minha mãe.

Nenhum comentário:

Postar um comentário